MKX

Victory Amps MKX

A Victory Amps reinventou o seu modelo de elite MK Overdrive no formato lunchbox. O novo MKX é menor, mais leve e muito mais barato, mas conta com três canais, dois reverbs, volumes master duplos, loop de efeitos, escalonamento de potência, entre outros specs.

A NAMM, a mais importante exposição de instrumentos musicais do mundo, decorreu entre os dias 22 e 25 de Janeiro de 2026, no seu local tradicional, o Centro de Convenções de Anaheim, na área metropolitana de Los Angeles, Califórnia. Depois de um regresso a conta contas nos anos imediatamente seguintes à pandemia global, as grandes marcas globais Fender, Gibson, Marshall, etc., estão presentes em grande força na exposição. Trata-se de um universo gigante de marcas de enorme relevância e impacto e as novidades são para lá de muitas e, na sua maioria, excitantes.

A Victory Amps começou 2026 com força total com o lançamento do seu novo amplificador de proa, o MKX, um compacto amplificador de 50 watts inspirado no MK Overdrive da empresa britânica de amplificadores de guitarra, mas, fundamentalmente, sem o preço de cinco mil dólares. O MKX também é muito mais portátil, reduzindo o MK Overdrive para o acessível formato acessível lunchbox em que a Victory se especializou sob a liderança do designer-chefe Martin Kidd.

Aquando do seu lançamento, em Janeiro de 2024, o MK Overdrive foi descrito como o «amplificador overdrive definitivo» de Kidd, com um canal limpo tão atraente quanto o canal drive. Mas, com um preço de mais de 5 mil dólares, não era para todos. Sobre este novo modelo, a Victory Amps diz que o MKX «capta a essência do MK Overdrive» e fá-lo a um preço mais competitivo, a bater nos 1700 dólares. Uma diferença substancial.

Kidd garante que não houve sacrifícios no design. Trata-se de um amplificador valvulado feito à mão no Reino Unido, com três canais – Clean, OD1 e OD1 – e uma série de funcionalidades que contradizem o seu tamanho modesto, incluindo dois reverbs, ambos com controlos de nível e decaimento, dois volumes principais, power scaling que alterna entre o funcionamento total de 50 watts e 9 watts, e, sendo este o ano de 2026, há o importantíssimo loop de efeitos para incorporar uma pedalboard.

E o MKX vem com dois footswitches. Os canais, reverberação e volumes principais são seleccionáveis por footswitch. O canal limpo e os canais de overdrive são servidos pelos seus próprios controlos independentes de EQ e nível. O canal Clean pode proporcionar um som cristalino e puro, «ideal para tudo, desde acordes funky a standards de jazz» e coisas do género, e vai até aos sons de guitarra blues à beira da distorção, onde aqueles bends oblíquos e double-stop soam um pouco mais quentes.

Quanto aos canais de overdrive, o OD1 é um «crunch clássico», enquanto o OD2 aumenta a saturação para leads e, se o seu humor assim o exigir (e quem nunca), sons mais pesados – riffs com afinação baixa, o som áspero e demolidor do metal extremo, e assim sucessivamente. Quanto aos reverbs, pode escolher-se entre um reverb vintage estilo mola ou o reverb mais contemporâneo, como o ouvido no The Deputy (abre link).

Por baixo do revestimento, o MKX vem com um trio de válvulas de pré-amplificação ECC83 e um par de válvulas de potência EL34. Há controlos globais de presença e ressonância na parte de trás do amplificador, juntamente com saídas para colunas de 4, 8 e 16 ohms. No total, pesa apenas 7,15 kg e há colunas 1×12 e 2×12 equipadas com altifalantes Celestion Vintage 30 para o acompanhar. Se a portabilidade é a principal preocupação, há ainda a coluna MKX LB 112, projectada especificamente para amps lunchbox, com um único driver Celestion Seventy 80 de 12” e a pesar apenas 8,8 kg.

O MKX já está disponível no mercado. Visitem o site oficial da Victory Amps para mais detalhes.

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