“Starless”, o novo single de A Perfect Circle, abre as veredas da digressáo europeia que tem paragem obrigatória em Oeiras/Lisboa, no NOS Alive 2026.
Os A Perfect Circle estão de regresso com “Starless”, um novo single de Billy Howerdel e Maynard James Keenan que assinala uma nova fase para a banda, chegando poucos dias antes do arranque da sua primeira digressão europeia/britânica em oito anos. Uma digressão que passa no NOS Alive 2026.
«Estou absolutamente entusiasmado por estrear esta nova faixa ao vivo no Reino Unido», partilha Keenan. «Claro que estou excitado com o lançamento das gravações, mas as nossas canções ganham sempre uma personalidade expandida quando começamos a tocá-las ao vivo».~Inconfundivelmente A Perfect Circle, “Starless” oscila entre intensidade muscular guiada pela guitarra e passagens mais delicadas e intrincadas, mantendo a precisão que sempre definiu o trabalho da banda.
Formados em 1999 pelo guitarrista Billy Howerdel e pelo vocalista Maynard James Keenan, os A Perfect Circle rapidamente se afirmaram como uma força marcante do rock alternativo com o álbum de estreia Mer de Noms (2000), que entrou directamente para o #4 da Billboard 200 e se tornou o álbum de estreia de rock mais bem colocado da época. Com temas como “Judith”, “3 Libras” e “The Hollow”, o disco continua a ser uma referência essencial do género. A discografia da banda inclui ainda Thirteenth Step (2003), eMOTIVe (2004) e Eat the Elephant (2018), que estreou em #3 na Billboard 200.
Ao longo da carreira, os A Perfect Circle encabeçaram festivais em todo o mundo e esgotaram salas icónicas como o Hollywood Bowl, Madison Square Garden e Red Rocks Amphitheatre, além de participações em programas televisivos como “Jimmy Kimmel Live!” e “The Tonight Show”.
“Starless” foi gravado no estúdio Lankershim Ranch de Howerdel, em Studio City, Califórnia, e escrito no início deste ano. A produção ficou a cargo de Howerdel, com mistura de Matty Green (U2, Florence + The Machine, TV on the Radio), e conta com Josh Freese na bateria. «Algumas músicas são trabalhadas e refinadas durante anos», explica Howerdel. «Mas, de vez em quando, uma toma forma rapidamente, como se já estivesse lá desde o início».
O tema, com cerca de quatro minutos e meio, chega acompanhado por um vídeo realizado por Jon Vulpine, que atravessa três épocas diferentes e acompanha figuras vulneráveis atraídas por movimentos que prometem propósito, salvação e pertença.
