Após lançar o seu álbum de estreia, candidato às listas AOTY, Fabiana Palladino encerra 2024 com o single “Drunk”. Escrito e produzido pela própria e gravado nos icónicos Abbey Road Studios.
Em Abril de 2024, Fabiana Palladino lançou o seu homónimo álbum de estreia. Após mais de 5 anos de produção, o álbum foi lançado com uma aclamação generalizada, enquanto Lorde declarou: «Eu imploro que vocês ouçam este álbum, para mim o melhor do ano. O facto de ser um ÁLBUM DE ESTREIA é surreal para mim».
Não se esperava menos, se em retrospectiva olharmos o seu lineup estelar. Escrito e produzido por Fabiana Palladino, o álbum conta com a participação de músicos de renome e amigos próximos, incluindo o cofundador do Paul Institute, Jai Paul, o seu pai e lendário baixista de sessão, Pino Palladino, o seu irmão e baixista de Yussef Dayes, Rocco Palladino, o famoso baterista Steve Ferrone e os cordofones de Rob Moose.
Pois bem, após lançar «um dos melhores álbuns de estreia de 2024», segundo o Guardian, Fabiana Palladino retorna com o novo single “Drunk”. Escrito e produzido por Palladino, “Drunk” foi gravado nos icónicos Abbey Road Studios, em Londres, em Agosto deste ano, ao lado de Ellis Dupuy (bateria) e Joe Newman (guitarra), com seu pai, o lendário Pino Palladino a arescentar posteriormente os seus baixos, para completar a malha. O novo single vê Fabiana Palladino mudar da produção sedosa e polida do seu álbum de estreia para um som mais cru e imediato. Capta a energia da actuação ao vivo, que é ainda mais elevada pela mistura analógica do engenheiro Russell Elevado, vencedor de cinco GRAMMY.
Lançado via Paul Institute / XL Recordings, “Drunk” é um testemunho da arte em constante evolução de Fabiana Palladino, onde a escrita de canções carregadas de emoção se encontra com uma produção magistral, tudo sustentado pela sua voz cativante. É um poderoso lembrete de porque é Palladino uma das artistas pop mais empolgantes deste ano.
Falando sobre o single, Fabiana Palladino diz: «’Drunk’ foi escrito com o caos dos encontros modernos como pano de fundo: tentando navegar pelos aplicativos, a linha tênue entre casual e sério, experimentando a evolução da terminologia na vida real – situationships, love bombing, ghosting, breadcrumbing. São comportamentos novos ou apenas temos novas palavras para os descrever? Não tenho a certeza, mas sei que não sou só eu a lidar com o quão complicado tudo parece ser hoje em dia. Em ‘Drunk’, estou instável, mas estou a inclinar-me para a incerteza e o drama, tentando encontrar algum tipo de arte e significado nisso».
