Nirvana, Nevermind
Uma reflexão sobre a ascensão e queda de Kurt Cobain, partindo da iconográfica capa de “Nevermind”, o álbum dos Nirvana que trouxe o underground para o mainstream.
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Uma reflexão sobre a ascensão e queda de Kurt Cobain, partindo da iconográfica capa de “Nevermind”, o álbum dos Nirvana que trouxe o underground para o mainstream.
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É na Enciclopédia de Astronomia de Cambridge que os Joy Division encontram o que seria a correspondência visual do seu som: a imagem tridimensional da análise de ondas de rádio vindas de um pulsar. Foi, talvez, a primeira vez que um tão improvável cruzamento de acasos se transmutou em algo tão forte do ponto de vista iconográfico. Continuar a ler Joy Division, Unknown Pleasures
Incesto, mixoscopia, sadomasoquismo, são temas explorados no álbum de estreia dos Pixies que, com a produção de Steve Albini, criaram o mais influente, estranho e xamânico álbum da música alternativa da década de 80. Eis a sinestésica história de “Surfer Rosa”. Continuar a ler Pixies, Surfer Rosa
Não haverá na história da música popular uma mudança visual tão abrupta e simbolicamente significativa quanto aquela que medeia os álbuns “Revolver” e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles. Pode mesmo dizer-se que foi um processo semelhante à transição do sépia para o Technicolor no filme “Wizard of Oz”, quando Dorothy emerge da sua, recentemente, aterrada cabana para o mundo de Oz. Continuar a ler The Beatles, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band
Ninguém personificou melhor o semi endeusamento das estrelas pop do que Prince. Olhamos o álbum psicadélico de Prince e a capa inspirada em “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”. Continuar a ler Prince & The Revolution, Around The World In A Day
A capa ultra-icónica de “Aladdin Sane”, de Bowie, será a maior expressão de um percurso em que estética visual não pode ser separada da sonora. Continuar a ler David Bowie, Aladdin Sane
“Dangerous” é o último grande álbum de Michael Jackson. O nexo da carreira do Rei da Pop. Um tratado de groove e surrealismo sónico e visual, cortesia de Mark Ryden. Continuar a ler Michael Jackson, Dangerous
Um conto sinestético sobre “Mellon Collie and the Infinite Sadness”, o épico terceiro álbum dos Smashing Pumpkins, lançado originalmente a 24 de Outubro de 1995, pela Virgin Records. Continuar a ler The Smashing Pumpkins, A Imensa Viagem da Melancolia
A aceitação da morte é, talvez, a mais difícil tarefa que o ser humano pode empreender na vida. Aí chegados, os Queen enfrentam esse pathos, que implicava a vénia final de Freddie Mercury, com uma colecção de fábulas mágicas e majestoso estoicismo no seu último grande disco. Continuar a ler Queen, Innuendo
O axiomático “Animals” dos Pink Floyd visto à luz da sua capa e do infame porco flutuante, cuja história e a da revolução neo liberal é aqui recontada. Continuar a ler Pink Floyd, Animals